quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Trabalho de investigação - Albinismo

Designação da doença

A palavra albinismo deriva do latim albus, que significa branco.
O albinismo é uma condição de natureza genética em que há um defeito na produção pelo organismo de melanina. Este defeito é a causa de uma ausência parcial ou total da pigmentação dos olhos, pele e pêlos do animal afectado. Também aparecem equivalentes do albinismo nos vegetais, em que faltam alguns compostos corantes, como o caroteno.

Origem genética

Geralmente o Albinismo é causado por falhas ao acaso (aleatórias) ou herdadas em um ou mais genes que regulam a produção de melanina, proteína responsável pela pigmentação e a primeira protecção do corpo contra os raios ultravioletas.
É uma condição hereditária que aparece com a combinação de genes que são recessivos nos pais. Uma pessoa pode ser portadora do gene que causa a doença e não ser Albina. Contudo, na fecundação, se os dois genes que contêm a mutação se juntarem, as células do bebé em formação não são programadas para produzirem melanina. Ou seja, duas pessoas com o gene da doença, mas não sendo albinos (indivíduos heterozigóticos) poderão eventualmente ter filhos albinos. O albinismo decorre de um bloqueio incurável da síntese de melanina devido à ausência da enzima tirosinase nos melanócitos os quais estão, entretanto, presentes em número normal, mas são incapazes de produzir o pigmento.
É uma doença hereditária ligada aos autossomas sendo:
Autossómica recessiva; Ligada ao cromossoma X, quando afecta apenas indivíduos do sexo masculino (O carácter exprime-se sempre nos indivíduos de sexo masculino, exprimindo-se apenas nas mulheres homozigóticas recessivas).

Incidência

Estima-se que uma em cada 17.000 pessoas seja albina.

Sintomas:

Os sintomas podem ser:

- A pele e os pêlos de cores branca, e os olhos de tom rosado;
- Movimento rápido dos olhos (nistagmus);
- Fotofobia (evitam luminosidade porque causa desconforto);
- Diminuição da perspicácia visual;
- Cegueira Funcional
- A cor da íris pode variar de azul a verde e, em alguns casos, castanho-claro;
-A fóvea (responsável pela acuidade visual, no olho) tende a desenvolver-se menos, pela falta da melanina, que cumpre um papel central no desenvolvimento do olho, nos fetos.
- Ausência de pigmentos na pele, nos olhos e na íris;
- Ausência de pigmentos irregulares na pele;

Fontes
http://www.wikipedia.org/
http://www.notapositiva.com/

12º aula prática

Nesta aula começamos por fazer a correcção do QUIZ sobre monoibridismo, o qual tinha sido iniciado na aula anterior. Seguidamente, começamos a responder a um novo QUIZ, desta vez sobre o diibridismo. Depois de respondido e corrigido este segundo quiz dedicamo-nos á preparação e colocação de dúvidas para o teste.

Opinião:
Mais uma aula laboratorial que contribuiu seriamente para uma melhor aprendizagem.

Foi uma aula importante porque com ela conseguimos tirar as dúvidas para o teste.

11ª aula prática

Primeiramente apresentámos os trabalhos de pesquisa de alguns alunos que ainda não o trinham feito, sobre o controlo da fertilidade. Realizou-se de seguida um questionários (QUIZ) sobre monoibridismo, o qual foi deveras interessante.

Opinião:
Ao fazermos este Quiz, penso que ajudou os alunos a compreenderem de uma maneira mais interessante e interactiva os conhecimentos sobre a matéria leccionada, sendo neste caso o monoibridismo.

domingo, 6 de janeiro de 2008

10ª aula prática

Apresentámos trabalhos de pesquisa sobre as técnicas de reprodução medicamente assistida. A mim foi-me atribuida a tarefa de pesquisar sobre a crioconservação de embriões e de gâmetas. Após a apresentação dos trabalhos procedeu-se à entrega dos relatórios número dois que a turma realizou após a observação preparações definitivas de estruturas ligadas à reprodução. Finalmente apresentamos as diversas actualizações dos diferentes blogs dos alunos da turma.


Opinião:
Nesta aula (através dos diversos trabalhos apresentados pelos alunos) fiquei a entender de forma mais precisa as diversas soluções que se podem realizar aquando de problemas de infertlidade, bem como o ponto da situação destes no seio da populção mundial. através dos diversos trabalhos apresentados pelos alunos

domingo, 16 de dezembro de 2007

9ª aula prática

Esta aula foi essencialmente dedicada à conclusão de alguns trabalhos. Concluimos a elaboração dos relatórios sobre observação das diferentes fases do desenvolvimento embrionário do ouriço do mar.

Opinião:
Com a elaboração destes relatórios ao longo de todas as experiencias, tenho vindo a tornar mais coerente as minhas ideias sobre os conceitos chave nas diversas áreas da disciplina.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Cancro de mama associado a gene mutante

Cientistas americanos e europeus descobriram uma relação entre mutações genéticas celulares e a hereditariedade do risco de se contrair cancro de mama. A revelação foi feita num artigo publicado na última edição da revista britânica Nature Genetics, e pode ajudar nos tratamentos futuros contra a doença.
De acordo com os cientistas, já se sabia há muito que mulheres com certas mutações no gene BRCA1 apresentam mais probabilidade de desenvolver um cancro de mama. Agora, a equipa de investigadores da Universidade de Columbia, em conjunto com a Universidade de Lund, da Suécia, acredita ter identificado em que sentido essa mutação leva ao cancro: a alteração no BRCA1 tornaria as células incapazes de consertar um DNA danificado.
O estudo concentrou-se nas pequenas alterações cromossomáticas no gene PTEN, responsável pelo controlo do crescimento das células, em pacientes com cancro de mama associado ao BRCA1. A conclusão foi de que os tumores se desenvolvem quando o PTEN é danificado. A descoberta indica que os remédios existentes voltados ao PTEN podem ser eficazes no tratamento contra o cancro de mama.





Opinião:
Acho que estas investigações são de extrema importancia para a saúde pública mundial.
Este tipo de cancro é cada vez mais uma ameaça principalmente á populção feminina.
Com estas conclusões, pode ficar mais perto uma possivel cura ou prevenção contra este tipo de doença, ou até mesmo aplica-la noutros tipos de cancro.

8ª aula prática

No passado dia 7 de Novembro voltamos a centrar as nossas atenções na observação de estruturas no MOC. Observámos as várias fases do desenvolvimento embrionário do ouriço do mar. Preenchemos também o relatório integrado na actividade.

Opinião:
Com isto fiquei com uma noção mais realistica acerca do desenvolvimento embrionário dado que este animal tem um desenvolvimento celular, em muito, semelhante ao nosso.